Processo do MPF contra empreiteiras do metrô de Salvador continua ativo, diz coluna

O processo movido pelo Ministério Público Federal, que acusa três executivos da construtora italiana Impregilo, dois da Camargo Corrêa e dois da Andrade Gutierrez de formação de cartel, formação de quadrilha e fraudes no processo de licitação de obras do metrô de Salvador continua ativo, de acordo com a coluna Tempo Presente do A Tarde. Segundo o procurados Vladimir Aras, o TRF da 1ª Região negou o recurso da Andrade Gutierrez na tentativa de barrar o caso e o processo segue. O consórcio Metrosal, formado pela Andrade Gutierrez, Carmargo Corrêa e a alemã Siemens, é acusado de pagar R$ 11 milhões pela desistência do Consórcio Cigla, vencedor da licitação, formado pela italiana Impregilo e pela construtora brasileira Soares da Costa. A transação foi fechada por uma falsa compra de caminhões. O cabedal de irregularidades é vasto, Inclui aditivos forjados, pagamento de propinas a políticos e por aí vai. Resulta que o metrô que ia custar R$ 400 milhões, consumiu mais de R$ 1 bilhão dos cofres públicos e não ficou pronto.

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