Juízes ‘conhecem a realidade do Judiciário’, diz presidente da Amab sobre melhoria da Justiça

A presidente da Associação dos Magistrados da Bahia (Amab), Marielza Brandão, afirmou ao Bahia Notícias que a instituição vai continuar na luta por “uma justiça melhor, uma justiça aparelhada, de uma justiça que preste ao cidadão um serviço de qualidade”. A presidente da associação afirmou que a campanha “Questão de Justiça” vai continuar neste ano, mas com outro foco. “Nesse ano, nós voltamos a discutir a ‘Questão de Justiça’, mas em outro patamar, levando ao conhecimento da sociedade o que é que o juiz está fazendo, a criatividade do juiz para enfrentar essa crise que estamos atravessando”. Para Marielza, essa é uma data histórica, e que as instituições ali representadas, como Tribunal de Justiça da Bahia, Supremo Tribunal Federal (STF), Governo do Estado, Ministério Público, Associação de Magistrados do Brasil (AMB), entre outros, “revelam a importância e grandeza da Amab”, instituição que, segundo ela, se “tornou relevante para valorização do magistrado e fortalecimento do Estado Democrático de Direito”. Em sua fala no evento comemorativo, a presidente da Amab afirmou que os “magistrados são conhecedores da realidade do judiciário e tem condições de colaborar de forma real para o aprimoramento das instituições, aumentando o grau de sua representatividade política institucional, principalmente nos tempos atuais, que cada vez mais se procuram os serviços judiciais, e, paradoxalmente, mais se critica o Poder Judiciário.
O presidente da AMB, José Ricardo Costa, ao Bahia Notícias, afirmou que a associação nacional luta junto com a Amab “para melhorar as condições de trabalho dos juízes de primeiro grau”. “Nessa luta, nós estamos acompanhando, nós somos parceiros, estamos atuando juntos para que dentro de uma relação saudável de negociação, possa junto com o tribunal estabelecer melhores condições de trabalho para os juízes de primeiro grau. Isso para nós é muito importante, porque é o primeiro grau que recebe todos os processos dos cidadãos brasileiros”, diz José Ricardo. Sobre a crise do Judiciário baiano, o presidente da AMB diz que a situação é um “fenômeno nacional”, e que outros estados enfrentam crises semelhantes, com a baixa destinação de recursos para a Justiça de primeiro grau, e que na Bahia, o caso é “gritante”. O presidente do Tribunal de Justiça da Bahia, desembargador Eserval Rocha, em nota, também comentou o papel da associação, de “reunir os juízes e defender suas propostas no sentido de levar a melhor prestação jurisdicional ao cidadão baiano”. O presidente do TJ é associado da Amab desde 1982, e diz que os 50 anos da instituição é “motivo de celebração para todos que pretendem construir, juntos, um Judiciário cada vez mais forte, capaz de entregar uma prestação jurisdicional justa, eficaz, célere e consistente”.
(Bahia noticias)

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